"O amor cura tudo", M. Klein.
O amor incondicional, a contingência que damos e recebemos é aquilo que nos faz sentir o quanto somos importantes.
"O amor pela palavra"

terça-feira, 1 de outubro de 2013

O que é a terapia EMDR?

Conhecida por EMDR - Eye Movement Desensitization and Reprocessing, esta Terapia quer dizer Dessensibilização e Reprocessamento através do Movimento Ocular. 
Trata-se de um método de dessensibilização e reprocessamento de experiências emocionalmente traumáticas por meio de estimulação bilateral do cérebro, a qual promove a comunicação entre os dois hemisférios cerebrais. 
O processamento natural da informação é reposto e assim após uma sessão com EMDR, a percepção psicosensorial já não se manifesta como antes quando o acontecimento traumático é trazido à mente.
As memórias ainda são recordadas mas o efeito perturbador desaparece. O EMDR recria o que acontece naturalmente durante o sonho ou o sono na fase REM (Rapid Eye Movement) e pode ser encarado como uma terapia de base fisiológica, que ajuda a pessoa a encarar e viver os traumas de uma forma nova e sem os efeitos perturbadores. É um poderoso método psicoterapêutico. Um número substancial de estudos científicos já provou a eficácia do EMDR.
Os resultados destes estudos indicam que o EMDR é muito eficiente, e que os resultados são duradouros a longo prazo!

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Oferta de 1ª Consulta de Psicologia (Crianças e adultos)

Durante os meses de Setembro, Outubro, Novembro e Dezembro, como forma de assinalar a abertura do meu novo espaço de Psicologia, a 1ª Consulta de Psicologia, seja para crianças ou adultos, será totalmente gratuita. 

Para marcar a sua consulta, pode contactar-me através do Tel. 963920675 ou email: margaret27.almeida@hotmail.com.

O novo espaço situa-se na Rua da República nº 202, Edifício FozCenter, gabinete 14. Figueira da Foz.

Pode também visitar o meu novo site em: http://margaret27almeida.wix.com/margaretalmeidapsi 

Abertura Consultório de Psicologia - Margaret Almeida

Se sente necessidade de acompanhamento psicológico/psicoterapêutico, mas ainda não o procurou por razões financeiras, tenho a solução para si.
Decidi adaptar o preçário a pensar em si, de forma a poder apoiar todos aqueles que necessitam.

SERVIÇOS DISPONIBILIZADOS
- Avaliação Psicológica
- Ludoterapia (crianças)
- Psicoterapia (Adolescentes e Adultos)
- Apoio Psicopedagógico
- Apoio Escolar: 1º  ao 9ºano/ Estudo Acompanhado
- Orientação Pessoal e Parental
- Orientação Escolar e Profissional
- Habilitação Neuropsicológica
- Terapêutica EMDR: Depressão, Stress pós-traumático, etc.

ÁREAS DE INTERVENÇÃO:
Consulta de Psicologia Clínica e Psicoterapia com crianças, adolescentes, adultos e idosos
Problemas Conjugais
Criação de Métodos de estudo
Depressão/ Ansiedade/ Stress
Crises de pânico/ Stress pós-traumático
Perda e Luto
Avaliação Psicológica
Consulta de Orientação Escolar e Profissional
Consultas ao Domícilio e Onlline

Localização: Edifício FozCenter, Rua da República 202, Escritório 14.

quinta-feira, 18 de julho de 2013

quinta-feira, 27 de junho de 2013

O que são Terrores Noturnos?

Várias são as problemáticas que podem afetar o sono das crianças. Geralmente, não são graves e passam com a idade, mas é preciso dar-lhes atenção e ajudar a criança a ultrapassá-los. Por este motivo hoje vamos falar de Terrores noturnos.
O terror noturno afeta 3% das crianças e tem uma importante componente familiar. Ocorre com maior frequência entre 5 e 7 anos de idade. Estes terrores podem durar de 30 segundos a 5 minutos, sendo raramente mais longos e as crianças voltam a dormir em seguida. Tais ataques de terror noturno tendem a ocorrer no início da noite, fato que os diferencia dos pesadelos que ocorrem sobretudo no final da noite de sono.

Definem-se os terrores noturnos como um distúrbio caracterizado pelo despertar abrupto que pode ser iniciado por um grito de pânico, choro ou vocalizações incoerentes. A criança pode estar sentada na cama e apresentar uma expressão aterrorizada apresentando sinais de ansiedade como taquicardia, respiração rápida, rubor cutâneo e até dilatação das pupilas.
As primeiras vezes que os pais se confrontam com um episódio de terrores noturnos estes são sentidos como assustadores, pois encontram o seu filho em sobressalto, uma ou duas horas após ter adormecido, com sinais de agitação, muitas vezes a gritar de olhos abertos, com o olhar fixo e movimentos descoordenados, sem responder aos seus apelos para se acalmar, o que deixa os pais extenuados e perturbados, sem saber como agir.
Quando o episódio termina, a criança volta a adormecer e não se recorda do que se passou.

Muitas vezes, os terrores estão relacionados com algo assustador ou invulgar que ocorreu durante o dia, ou ainda, relacionados com mudanças importantes na vida da criança, tais como entrada no infantário, nascimento de um irmão, ausência de um dos pais, entre outros.

Pondo isto, o que fazer perante um episódio deste género?
1. Não tente acordar a criança, uma vez que esta não o irá ouvir e poderá, ficar mais agitada se se intrometer no terror
3. Não fale sobre o assunto no dia seguinte, uma vez que a criança não se lembra do episódio;
4. Reduza as situações de tensão durante o dia da criança;
5. Estabeleça uma boa rotina de sono, evitando a fadiga;


 Com o passar dos anos sabe-se que os terrores acabam por diminuir e tal como apareceram desaparecem espontaneamente. No entanto a família deve procurar ajuda caso esta situação seja recorrente.
Deixo também algumas sugestões que podem ajudar na prevenção destes terrores noturnos:
- Deixar uma luz de presença e a porta aberta;
- Reconfortar e abraçar a criança antes de adormece-la;
- Pode utilizar o peluche preferido dele e referir que este o protege enquanto dorme;
- deve falar com a criança e verificar com ele que no quarto não existem possíveis monstros.
- Criar um ambiente calmo e confortável no quarto;

- Não expor a criança a situações que lhe causem medo.

quarta-feira, 19 de junho de 2013

O que são Parafilias? Que tipos existem?


Anorexia e bulimia

O tema de hoje centra-se sobre os distúrbios alimentares. Iremos abordar dois distúrbios muito frequentes, nomeadamente a Anorexia e a Bulimia.
O termo “distúrbio alimentar” refere-se, regra geral, a distúrbios psicológicos que se caracterizam por graves anomalias no comportamento de ingestão; isto significa que a origem deste distúrbio assenta em alterações psicológicas. Os mais comuns são a anorexia e a bulimia que afeta muito mais as mulheres que os homens, preferencialmente mulheres jovens, e em sociedades desenvolvidas onde predomina e se dá enfase à magreza da mulher. Parece que à medida que aumenta o nível de vida, aumenta o número de pessoas com este distúrbio.
Vamos então esclarecer cada um destes conceitos.
A anorexia nervosa é um distúrbio grave da conduta alimentar em que a pessoa que a sofre apresenta um peso inferior ao que seria de esperar para a sua idade, sexo e cultura. O peso perde-se por uma redução extrema da comida, e quase 50% das pessoas que sofrem usam também o vómito autoinduzido, o abuso de laxantes  ou diuréticos e o exercício extenuante para perder peso.
Estas jovens apresentam um medo intenso de engordar que não diminui à medida que perdem peso; queixam-se que se sentem gordas, mesmo estando esqueléticas e podem demonstrar uma recusa em manter o seu peso corporal acima do mínimo normal para a sua altura e idade.
Com estas alterações, estas mulheres chegam a ter ausência dos seus ciclos menstruais, podendo em situações de risco esta perda de peso exagerada conduzir à morte.
Por outro lado, temos a bulimia nervosa, que é outro distúrbio grave da conduta alimentar, no qual muitos indivíduos, sobretudo mulheres, apresentam frequentes episódios de ansiedade, habitualmente vomitam, ou mais raramente tomam laxantes ou diuréticos para prevenir o aumento de peso. O vómito é autoinduzido e geralmente diário e é acompanhado por um medo doentio de engordar.
Estas mulheres, na sua maioria, apresentam um peso normal, ainda que existam mulheres obesas. Geralmente são mais velhas do que aquelas que têm anorexia. A média de idades situa-se nos 17anos.
Por ser um comportamento secreto, e não acusar uma perda de peso tão acentuada, passa despercebida durante muito tempo. Alguns fatores a que podemos estar atentos são os episódios recorrentes de voracidade que estas apresentam, ou seja, consomem grandes quantidades de comida num curto período de tempo. Têm uma sensação de falta de controlo durante o episódio bulímico; utilizam regularmente o vómito, dietas restritas, e o exercício físico para prevenir o aumento de peso; têm uma preocupação intensa com o peso e as medidas, e a frequência mínima destes episódios é de dois por semana.
Os sentimentos que predominam em pacientes com estas alterações, sejam anoréxicas sejam bulímicas, são negativos. Metidas num beco sem saída da tentativa de controlo sobre a comida para mudar o seu corpo, veem-se, por sua vez, controladas pelo problema.
Sentimentos de tristeza, ansiedade, baixa auto estima e depressão podem estar associados. Observam-se por vezes pensamentos circulares, repetitivos, persistentes sobre a comida e o peso, quase que poderiam descrever-se como obsessivo-compulsivas. Chegam a pensar que “se não me considero atraente, então não sirvo para nada”.
Todas estas alterações levam também à diminuição da sua rede social. Devido às restrições sociais que se autoimpõem para não serem observadas nem julgadas, favorecem uma certa fobia social, pois ao fugir destas situações sentem-se mais relaxadas e por isso tendem a evitá-las com mais frequência.

Visto ser uma problemática que além de envolver as emoções, envolve o corpo e que pode levar à morte, esteja atento a estes sinais, e se desconfia de alguém que esteja a sofrer desta problemática, ajude-a e encaminhe-a o mais rapidamente possível para o seu médico e psicólogo.