"O amor cura tudo", M. Klein.
O amor incondicional, a contingência que damos e recebemos é aquilo que nos faz sentir o quanto somos importantes.
"O amor pela palavra"

quarta-feira, 24 de abril de 2013

O que sabe sobre o amor?


Hoje vamos falar de amor, tema mais do que oportuno quando pensamos na chegada da primavera, no sol, no desabrochar das flores e no chilrear dos passarinhos. Muitos foram os poetas, filósofos que tentaram definir este conceito, ou seja o amor e o ato de amar, mas nunca chegaram a um consenso.
O amor e as relações de intimidade são parte integrante e central na vida dos indivíduos, parecendo até que, de acordo com a linha da evolução, estão programados para se apaixonarem, criarem laços, construírem vínculos e se comprometerem na construção de uma relação a dois. De facto, os seres humanos têm uma necessidade básica para ser aceites e cuidados e retribuir essa aceitação e cuidado – em suma, de amar e ser amado.
Atualmente, após algumas investigações pode dizer-se que não existe uma única forma de amar, mas antes 6 formas de amar diferentes.
Uma relação amorosa é constituída por duas pessoas, do mesmo sexo ou não, com personalidades, experiências e formas de ver o mundo diferentes. Numa relação, as pessoas não podem ser vistas como um conjunto de duas pessoas separadas, mas como um conjunto de duas pessoas que interagem, se estruturam e se comportam em função do comportamento uma da outra. Assim, ambas são responsáveis pela manutenção dessa relação.
Para o investigador Nelson Lima, existem então 6 formas de amar:
O primeiro será o amor romântico, existente sobretudo na adolescência, marcado por muita paixão e atração sexual que quando é levada ao extremo, pode originar o suicídio. O segundo será do tipo possessivo, onde predominará o ciúme e os sentimentos de posse, provocando emoções extremas e inconstantes, exigindo do outro uma atenção constante.
O terceiro é do tipo cooperativo, e é o típico amor que nasce de uma antiga amizade, na qual partilharam experiências e interesses, e onde existe muito companheirismo e cumplicidade. O quarto tipo de amor é pragmático, característico de pessoas práticas e por norma com uma educação severa. Minimizam e reprimem os sentimentos, e muito raramente expressam o carinho que sentem pelo outro.
O penúltimo tipo é denominado de lúdico, é típico em homens, jovens adultos, que procuram emoções intensas e ao mesmo tempo passageiras, são autênticos pinga amores. Por fim, o último, será o amor altruísta, característico de pessoas dispostas a anular-se em prol do parceiro. Afastam-se do mundo e vivem apenas para a pessoa amada. Mesmo que esta não corresponda da mesma forma.
Pondo isto, deixo a questão no ar: qual o seu tipo de amor?

2 comentários:

Inês Araújo disse...

Olá Margarete,
Não conhecia esta distinção de tipos de amor. Muito interessante.
Acho que me situo no cooperativo. Ao principio pela descrição parece de todos aquele mais sem sal! No entanto, é aquele em que eu me sinto mais feliz, é muito bom haver um companheiro, alguém com quem se partilha e se coopera todos os dias!!! Só assim não no sentimos sozinhos!!!! :)
Beijinhos!

Margaret Almeida disse...

Olá Inês, ainda bem que te pude transmitir estas ideias.
O importante é amar:) porque afinal, amar é simples:)
Beijinhos